Orlando Grazioli nasceu no dia 19 de novembro de 1894 na cidade de Tietê-SP.
Filho de Giulio Grazioli e Angelina Grazioli, nascidos na Itália.
Ele foi batizado no dia 8 de dezembro de 1894 na Igreja Matriz da Santíssima Trindade em TIetê-SP.
Casado com Nella Mantovani Grazioli, nascida em Mântoa,.região da Lombardia (próximo à Milão) na Itália, em 13 de maio de 1895. Falecida em Itapetininga em 1972.
Eles tiveramos filhos:
1 - Helena Grazioli Lopes nascida em Itapetininga-SP.
2 - Veríssimo Grazioli nascido em 1928. Falecido em 28 de dezembro de 2016 com 88 anos.
3 - Orlando Grazioli Filho nascido em 1935 em Itapetininga-SP. Ele faleceu no dia 20 de agosto de 1972 com 37 anos em Itapetininga-SP.
Orlando Grazioli e Nella moravam em uma chácara onde hoje é o Jardim Fogaça. Na década de 30 foram morar na Rua Saldanha Marinho, no centro de Itapetininga. Eram proprietários da "Casa Grazioli", a maior loja de comércio do estado de São Pauo, nas décadas de 30, 40 e 50.
Orlando era poeta, comerciante e ambientalista - Suas poesias contavam fatos que ocorriam em nossa cidade.
Dedicou muitos anos de sua vida à conservação do Rio Itapetininga.
Nas prateleiras de madeira da Casa Grazioli, encontravam-se artigos diversos. Todas as manhãs, pontualmente às oito horas, reuniam-se os vizinhos para comentar acontecimentos que se destacavam tanto em âmbito nacional como municipal.
Muita conversa séria e também muitos "causos" contados por Orlando Grazioli, de pescaria, caçada, e ainda declamava suas poesias causando admiração.
Irene Grazioli lembra nomes - Didi Monteiro - Mauro Levi - Joaquim Lara - Nhô Bentico - Chico Weis - Tenente Guedes - Tonico Alves - Alcides Rolim - família Tambelli - família Fabiano Alves.
Era servido um cafezinho puríssimo preparado por Nella. Também passavam por lá o Professor Abílio Fontes, Roberto Paschoalik, Antonio Peixeiro, João Vendramini, Antonio Galvão e outros.
Foi uma casa de comércio que muito colaborou para o desenvolvimento de Itapetininga e que ficou na lembrança dos Itapetininganos.
Orlando Grazioli, encontrava na pescaria a serenidade e a paz que precisava para se manter sempre alegre e transmitir solidariedade à família e amigos. Era muito dedicado à conservação do leito e das margens do Rio Itapetininga, com seu barquinho coletava detritos navegando incansavelmente por longas distâncias e também replantava árvores na beira do rio para cuidar do assoreamento, atitude evoluída para sua época.
Orlando Grazioli faleceu no dia 29 de agosto de 1959 em Itapetininga-SP.
Seu nome foi dado a uma das cadeiras do IHGGI - Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Itapetininga através de sua neta Margaret Grazioli Lopes Peretti.