GENEALOGIA - JOSÉ LUIZ NOGUEIRA 
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BAEPENDI - MG
BAEPENDI - MG

Desbravadores vindos do Rio Verde, chegaram à localidade no século XVII, por volta de 1692 em busca de ouro. Transpondo os contrafortes da Serra da Mantiqueira, os paulistas Antonio Delgado da Veiga, seu filho João da Veiga e Manoel Garcia alcançaram um sítio que chamaram de Maependi, do tupi-guarani: Mbaé-pindi cujo significado é "clareira na mata", "picada que da passagem", "atalho".

 

 

No século XVII, entre 1691 e 1692, época da fundação de baependi até o registro de seus primeiros habitantes, muito pouco se conhece. Os sertanistas e exploradores que passavam pela região permaneciam por pouco tempo, deixando apenas pequenas roças de culturas temporárias. Oficialmente os primeiros moradores de Baependi foram os sesmeiros, agraciados por sua Majestade o Rei de Portugal com vasta extensão de terras, com prazo pré determinado para a formação de culturas nas terras recebidas.

 

Esta foi a primeira referência do nome da cidade.

Primeira casa de Baependy, situada na Fazenda do Engenho.


A primeira casa foi construída em 1717, na margem esquerda do rio, pelo português Tomé Rodrigues Nogueira do Ó, o provedor dos quintos do Registro da Mantiqueira. Ele foi o primeiro Capitão-Mór de Baependi. Posteriormente, na margem direita, surgiu um pequeno povoado, sendo ali construída, no ano de 1754, uma capela em honra à santa espanhola Nossa Senhora do Mont-Serrat, hoje Igreja Matriz. 
Tomé Rodrigues Nogueira do Ó é considerado fundador de Baependi, sendo um dos primeiros moradores desta localidade. Natural de Funchal, Ilha da Madeira, filho de Antônio Nogueira e Francisca Fernandes do Vale. Com seu falecimento em 1741, suas terras foram divididas em glebas entre seus filhos. No Engenho, junto à casa, estava edificada a capela de Nossa Senhora de Montserrat, uma construção rústica, feita de taipas e paliça, onde se encontrava a imagem da santa de devoção da familia.


No ano de 1752 o pequeno povoado se tornou freguesia, até que em 1814 se tornou Vila em 1855 foi separada da Comarca do Rio das Mortes, passando a ser sede da Comarca e finalmente, no dia 2 de maio de 1856 foi elevada à categoria de cidade.

 

 

Em 1814 o arraial foi elevado a categoria de Vila, com denominação de Santa Maria de Baependi, território desmembrado do termo da vila de Campanha da Princesa (mais tarde Campanha). Em 1855 foi criada a comarca de Baependi, da qual também faziam parte Aiuruoca e Cristina.

 

                                             


 Maria Nogueira do Prado, uma das filhas de Tomé Rodrigues, e seu marido  João Gomes Lemos fizeram doação do terreno da freguesia de Santa  Maria de Baependi, onde foi edificada a Matriz de Nossa Senhora do Montserrat. A denominação freguesia, do ponto de vista eclesiástico, significava povoamento, e Baependi já era paróquia desde 1723.


Origem do nome...

Baependy na lingua tupi é corruptela de "Mbaé:" a coisa, o objeto; "pindi": limpo, claro; alusão a uma clareira na mata marginal do Rio Grande, que facilitava a passagem do caminho dos descobridores. O nome tem outras versões. Dentre as várias versões para o nome Baependy, a que foi disseminada e a de cunho mais popular é a que traz a tradução: "Que Gente é a Tua?". Obviamente uma versão romantizada do primeiro contato que teriam tido os desbravadores com os ìndios Cataguás, quando chegaram á região.

 

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JOSÉ LUIZ NOGUEIRA

 

 

 

 




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