GENEALOGIA - JOSÉ LUIZ NOGUEIRA 
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GENEALOGIA DE ADÃO E EVA
GENEALOGIA DE ADÃO E EVA

 

“De um só fez ele todos os povos, para que povoassem toda a terra, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar.”

Atos 17:26

 

Adão e Eva existiram de fato. Foram os primeiros humanos, não se pode negar isso. Não sabemos onde foram criados e nem quando, mas são tão reais quanto é real o gênero humano. Deus se apresentou ao homem nas suas origens, ao homem real e não a um ser fictício. Adão e Eva são nomes de origem hebraica.

Representam os primeiros seres humanos.

Com o avanço da ciência saberemos um dia onde surgiu o primeiro casal humano, isto é, os primeiros que receberam de Deus uma alma imortal, ou seja, Adão e Eva.

Não há necessidade de admitir que Adão tenha sido fisicamente mais belo e mais evoluído do que os homens da pré-história. O primeiro casal de que fala o Gênesis, pode ter tido uma configuração grosseira como mostram os fósseis.

O que a Igreja ensina é que o primeiro casal vivia na amizade e comunhão com Deus (estado de santidade). É o que expressa a sua presença no jardim de Deus, o Éden.

Adão tinha também o que se chama de estado de “justiça original”, que significa plena harmonia consigo mesmo (não tinha traumas, tristezas, problemas…), harmonia com a mulher, com Deus, com os animais e com a natureza. Com a desobediência a Deus, o pecado, perdeu a amizade de Deus a plena harmonia com a mulher, com Deus e com a natureza. A morte entrou na história humana pelo pecado (Rm 6,3).

Com a morte de Adão aos 930 anos, Eva orou ao Senhor de todos os poderes!

– Não separe a sua serva do corpo de Adão, de quem me tirou e de cujos membros me formou. Permita-me, mulher indígna e pecadora, adentrar a habi­ta­ção dele. Da forma como esti­ve­mos juntos no Paraíso, não sepa­ra­dos um do outro; da forma como fomos tentados a trans­gre­dir a sua lei, não sepa­ra­dos um do outro; da mesma forma, Senhor, não nos separe agora.

Ao final da oração, erguendo os olhos para o céu, acres­cen­tou a petição: “Senhor do mundo! Receba o meu espírito!”, e entregou sua alma a Deus.

Adão não deve ser res­pon­sa­bi­li­zado pela morte dos homens.

Adão e Eva tiveram diversos filhos, homens e mulheres. Pela tradição judaica tiveram 60 filhos, sendo 33 homens e 27 mulheres.

O primeiro filho que recebeu o nome de CAIM é considerado o primeiro ser humano no mundo nascido do ventre de sua mãe. 

Depois foram nascendo e crescendo filhos e filhas que se entrelaçaram entre si.

 

PRIMEIRAS MULHERES FILHAS DE EVA

Um relato sobre as filhas de Eva está presente no livro apócrifo de Jasher bem como no também apócrifo Livro dos Jubileus, mencionando que além de Caim e Abel, Adão e Eva, geraram antes do nascimento de Sete mais três filhas mulheres, uma delas foi a esposa de Caim.

No Livro dos Jubileus estas filhas são citadas nominalmente, onde o redator conta que Awan, primeira filha de Eva, nascida um ano depois de Abel (Enoque 4:9) veio a ser a esposa de Caim.

É importante notar que a cronologia bíblica é basicamente focada nos ancestrais de Jesus. Relata, sim, outras personalidades, muitos eventos, mas basicamente foca na ascendência de Jesus, descendente de Abraão e do rei Davi, tanto por parte de Maria, sua mãe, bem como de José, seu pai por adoção.

 

3766 AC – (Anno Mundi 130) – nascimento de Sete


Gn 5:3 registra que “Adão viveu cento e trinta anos e gerou um filho à sua semelhança, conforme a sua imagem, e pôs-lhe o nome de Sete”. Desta forma, o nascimento de Sete se deu no Anno Mundi 130, ou seja, 3766 AC.

Considerando que contamos 3896 anos de Adão até Jesus, este é o nosso algorítimo de conversão das datas Anno Mundi para ano Gregoriano. Desta forma, subtraindo-se 3896 de 130 temos o resultado negativo – 3766, o que significa 3766 AC (antes de Cristo).

 

                                    DESCENDENTES DE SETE

 

O arcanjo Miguel veio e ensinou Sete a preparar Eva para o sepul­ta­mento, depois do que três anjos desceram e enter­ra­ram o corpo no túmulo com Adão e Abel.  O arcanjo Miguel então disse a Sete:

– Você deve enterrar todos os homens dessa forma, até o dia da res­sur­rei­ção – e depois de dar essa ordem, acres­cen­tou: – Não lamente a morte por mais do que seis dias. O repouso do sétimo dia é o símbolo da res­sur­rei­ção no último dia, pois no sétimo dia Deus des­can­sou de toda obra que havia criado e feito.

Embora a morte tenha sido trazido ao mundo por Adão, ele não pode ser res­pon­sa­bi­li­zado pela morte dos homens.

Certa ocasião ele disse a Deus:

– Não me preocupa a morte dos per­ver­sos, mas não me agra­da­ria que os piedosos me con­de­nas­sem e colo­cas­sem em mim a culpa pela sua morte. Não faça, eu lhe rogo, menção da minha culpa.

E Deus prometeu que satis­fa­ria o seu desejo. Portanto, quando um homem está para morrer, Deus lhe aparece e diz que sente-se e coloque por escrito tudo o que fez durante a sua vida, “pois”, Deus diz a ele, “você está morrendo por causa dos seus próprios atos de per­ver­si­dade”. Quando o registro está con­cluído, Deus ordena que a pessoa sele o docu­mento com seu selo pessoal. Este é o docu­mento que Deus apre­sen­tará no dia do jul­ga­mento, decla­rando a cada um os seus próprios feitos. Logo que a vida do homem é extin­guida ele é apre­sen­tado a Adão, a quem acusa inva­ri­a­vel­mente de ter causado a sua morte.

 

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JOSÉ LUIZ NOGUEIRA

 

 

 

 




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